Na zona de conforto, não há poder de decisão

Atualmente, encontramos um maior número de pessoas que carece de propósito e objetivos para suas vidas. Parece que mais gente está se tornando viciada em ter conforto em vez de realizações.

Conforto é um estado de ser muito decepcionante. Conforto significa: “eu não estou disposto a dar os passos necessários para mudar a forma como as coisas estão. Eu só quero manter tudo como está”.

Isso é verdadeiro para muitas condições, desde a limpeza de uma cozinha até a recuperação de um casamento. Como que algo pode melhorar se não há propósito algum para que seja feito? Como que alguma meta pode ser alcançada ou atingida se um indivíduo não pode fazer face aos desconfortos do trajeto?

Portanto, há uma escassez de propósitos e objetivos na maior parte das pessoas. E quando alguém não tem propósito e objetivos a consequência é a incapacidade para tomar decisões.

E decisões são obviamente vitais porque é através delas que dirigimos nossas vidas, a cada dia e hora. As decisões impulsionam as ações. Ação significa mudar a forma como as coisas estão. Se não há intenção de agir, não há necessidade de decisão.

Mas como um indivíduo chega nesta condição precária na qual ele é incapaz de escolher, ou decidir, ou agir, ou confrontar o que for necessário para fazer a vida dele ir melhor?

Uma resposta curta é que ele está em uma confusão mental. A mesma pessoa que não possui objetivos e propósitos também terá enorme dificuldade de se concentrar, estudar ou completar aquilo que inicia. A condição mental confusa dela tem suas raízes em experiências passadas.

A mente é de fato um computador que grava e armazena todas as informações com as quais nos deparamos em nossas vidas: percepções, emoções, ideias e experiências.

Quando a mente está funcionando de forma apropriada, nós usamos os dados para pensar e resolver os problemas da existência.

Mas alguns desses dados são gravações de perdas, dores, fracassos e medos. Quando estes registros emocionais negativos se misturam com o pensamento racional, ocorre um emperramento do sistema.

A pessoa torna-se incapaz de pensar ou raciocinar de maneira lógica para avançar, e desta forma fica presa, sem condições de ir a qualquer lado. E estar indeciso é como estar preso na lama. 

Ela posterga a ação para amanhã, ou semana que vem, ou mês que vem. Pode sentar-se por horas em frente a uma tela de TV, computador ou celular e acaba não participando mais da vida. Deseja cada vez menos desconforto até que não aguenta mais sentir ou experimentar nada, e neste ponto torna-se uma peça de mobília.

Existe uma forma de escapar desta armadilha?

Felizmente sim! No livro (e DVD duplo) Dianética: O Poder da Mente sobre o Corpo, do escritor e filósofo L. Ron Hubbard, há a explicação detalhada das razões por trás de todas as emoções e comportamentos humanos ilógicos e a forma exata para desfazer confusões mentais e recuperar a capacidade de pensar e raciocinar analiticamente.

Com a técnica da Dianética qualquer pessoa consegue reconstruir sua autoconfiança e coragem, e assim, sair da zona de conforto e recuperar sua habilidade para determinar propósitos e objetivos.

E só assim uma pessoa pode ser feliz!

“Nenhum ser humano sem meta é feliz, e nenhum ser humano pode ser feliz sem ter fé em sua capacidade para atingir essa meta.” – L. Ron Hubbard

Veja a oferta do melhor livro de autoajuda de 2020 e DVD duplo clicando aqui.

6 comentários em “Na zona de conforto, não há poder de decisão

    • luciawinther Autor do postResponder

      Que ótimo, Stela!
      Quer entrar para a minha lista especial e receber novos artigos assim que eles sejam publicados?
      Bjs, Lucia

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *