Dicas práticas de prevenção à violência contra a mulher (Para usar no Carnaval e sempre)

Sempre fui uma pessoa adepta à prevenção. Acredito que prevenir através da educação é uma ação superior a qualquer forma de correção, lei, disciplina ou reparo que possa ser criado para depois do fato consumado.

Mas, este ponto de vista não é o mais corriqueiro. Os movimentos sociais, redes, instituições, ONGs etc. geralmente lutam contra a violência e injustiças consumadas, trabalham na criação de novas leis e se esquecem de educar as pessoas para que tenham atitudes mais civilizadas.

É notável que quanto pior for a educação de um país, mais leis parecem ser necessárias. E é exatamente o que acontece no Brasil.

Se realmente uníssemos esforços para criar uma educação de qualidade para todos, reduziríamos a pobreza, fome, desigualdade social e a violência em geral.

Indo portanto na contramão, eu estou sempre ativa no meu dever de educar, para assim prevenir doenças, acidentes, distúrbios de qualquer espécie e até problemas cotidianos. Acredito que desta forma vivo mais feliz e economizo muito tempo, estresse e sofrimento.

Por isso resolvi escrever este artigo com o intuito de ajudar as mulheres a prevenir à violência.

Estou certa de que algumas pessoas não vão gostar das minhas dicas e vão me chamar de moralista etc. Já deixo claro que não sou feminista, moralista e, de fato, não me enquadro em nenhuma lista. Tenho um pensamento independente e não preciso da permissão de ninguém para viver e dar minha opinião quando acredito que possa ser útil espalhar um pouco de bom senso.

Bom senso é, aliás, o que mais falta nesta nossa sociedade moderna controlada por uma minoria que mantém a maioria ignorante e escravizada por padrões pré-estabelecidos, e aparentemente benéficos na superfície, mas destrutivos quando analisados a fundo por um observador independente.

Vou começar falando da violência sexual.

No Carnaval, muitas mulheres tendem a usar pouca roupa (ou nenhuma), ficam sacudindo seus melhores dotes físicos e acreditam que o homem deveria ficar só olhando sem sentir nenhum desejo sexual. Pense bem se isso faz sentido.

Quando uma mulher se arruma para ficar sexy, o que isso quer dizer? Aqui está a definição:

Sexy: 1. Sensual; diz-se de quem é sexualmente atraente, da pessoa que seduz outra pessoa por seus atributos físicos.

  1. Erótico; diz-se do que estimula, atrai sexualmente.

Portanto, uma mulher sexy atrai, estimula um homem sexualmente. Qual homem? Potencialmente todos que estiverem ao redor dessa mulher.

Podemos comparar esta situação com a ação de mexer em um vespeiro. Sabemos que as vespas picam, enfiam um ferrão em nosso corpo que pode causar dor e reações alérgicas graves. Então, sabendo disso, vamos lá e cutucamos o vespeiro. O que será que vai acontecer? Seremos picados! Nossa, que surpresa!

Esperar que um homem fique sexualmente excitado e se comporte como um eunuco (um homem castrado, que teve os testículos e/ou o pênis removidos) é a mesma coisa que colocar o dedo no vespeiro e exigir que as vespas não o piquem.

Além do estímulo sexual, existe ainda uma parte da mente humana que age de forma estímulo-resposta. É uma mente primitiva que não pensa, só reage de forma ilógica e irracional. Chama-se mente reativa. O escritor e filósofo americano L. Ron Hubbard descobriu essa mente e a descreveu com detalhes em seu livro best-seller Dianética: O Poder da Mente sobre o Corpo.

Leia uma breve definição:

“A mente reativa funciona exclusivamente com base na dor física e na emoção dolorosa. Não é capaz de pensamento diferenciador, mas atua em uma base de estímulo-resposta. Este é o princípio em que se baseia o funcionamento da mente animal.” – L. Ron Hubbard

Já escrevi também vários artigos que explicam melhor o funcionamento da mente reativa, inclusive um intitulado “A violência começa na gestação” (que poderá ler aqui) e tenho uma palestra online bem didática que poderá ver clicando neste link.

O fato é que a mente reativa é a causa de todos os comportamentos violentos.

Mas para que a violência venha à tona é necessário reativá-la. Aí entra a Dianética preventiva a qual Hubbard dedica todo um capítulo e do qual retirei este parágrafo:

“Não é, portanto, um pensamento utópico louco que a mulher possa ser colocada acima do nível que ocupou até agora, E é aí que ela deve ser colocada se quisermos que a infância da geração de amanhã alcance um alto nível, que os lares sejam pacíficos e tranquilos e que a sociedade progrida.

Dianética Preventiva, no âmbito do lar, deve dar ênfase à mulher, de modo a salvaguardar a criança.” – L. Ron Hubbard

Agora, como atuar na prática para não trazer a violência guardada na mente reativa à tona? Para responder usarei um parágrafo do livro O Caminho para a Felicidade também de L. Ron Hubbard:

“Há então, um fenômeno interessante funcionando nas relações humanas. Quando uma pessoa grita com outra, a outra tem um impulso para gritar em resposta. Uma pessoa é tratada mais ou menos como trata os outros: de fato, damos o exemplo de como deveríamos ser tratados.” – L. Ron Hubbard

 

Quanto mais uma mulher entender os mecanismos da mente e o que faz a mente reativa entrar em ação, mais ela poderá agir de forma a não reativar a violência contra si mesma.

Se conhecemos a causa de algo, normalmente poderemos evitar que a causa entre em ação. Desta forma, prevenimos a violência e criamos lares mais seguros.

Comente abaixo o que achou deste artigo, se foi útil, qual é sua opinião sobre o tema e estará concorrendo ao sorteio de dois livros O Caminho para a Felicidade.

Recomendo muito o curso online gratuito O Caminho para a Felicidade que tem o objetivo exato de tornar as pessoas mais felizes. Clique aqui para acessar o site.

4 comentários em “Dicas práticas de prevenção à violência contra a mulher (Para usar no Carnaval e sempre)

  1. Jonas Responder

    Ótimo artigo mesmo! Adorei que trouxe o significado de “sexy”, às pessoas o usam sem saber seu real significado. Trazer essa conscientização foi maravilhoso, certamente vou compartilhar! Obrigado.

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