A violência começa na gestação

Antigamente, as avós falavam sabiamente sobre a influência pré-natal e como uma mulher marcava sua criança. Muitos destes pensamentos intuitivos são baseados em dados observados. Hoje, a ciência já comprovou que a criança no ventre da mãe recebe todas as impressões, tanto físicas como psíquicas do ambiente exterior.

O escritor e filósofo americano L. Ron Hubbard foi um dos pioneiros a afirmar no livro Dianética: O Poder da Mente sobre o Corpo que a mente humana grava experiências de dor física e emocional e estas gravações iniciam-se a partir da concepção.

Hubbard comprovou que a criança no útero grava a dor física, proveniente de quedas, impactos, doenças, tentativas de aborto etc. E registra também a dor emocional que envolva a mãe durante a gravidez. Existe um relacionamento muito íntimo entre a mãe e a criança na gestação.

Mais recentemente, Dr. Gerhard Rottmann da Universidade de Salzburg, na Áustria, realizou um estudo, que envolveu em torno de cento e cinquenta mulheres, da gravidez ao parto. E ele concluiu: “Crianças não desejadas são órfãos rejeitados na barriga da mãe.”

“Pudemos observar”, Dr. Gerhard esclarece, “que uma mulher que sofreu na sua gravidez tinha mais probabilidade de dar a luz a uma criança que, desde o princípio, fosse irritada e com problemas similares aos da mãe, já que uma mãe equilibrada e feliz gera uma criança harmoniosa e feliz. De acordo à atitude emocional da mãe, a criança experimenta maior ou menor segurança.”

Quando uma mulher fica grávida, o pai da criança e a família não recebem instruções de como devem cuidar da saúde física e mental do bebê desde a gestação. De fato, como criar uma criança feliz e saudável é algo que não é ensinado à maioria dos pais. Por isso, muitos vão tropeçando através de todo o processo, ainda que com as melhores intenções. Consequentemente, é muito comum encontrar acontecimentos infelizes nas famílias, com atritos constantes entre pais e filhos, separações e até um distanciamento completo.

O que as pessoas não se dão conta é que violência gera mais violência. Toda violência que sofremos hoje em dia, tudo que lemos em jornais e ouvimos nos noticiários sobre a violência que existe ao nosso redor origina-se de maus tratos recebidos pela mulher grávida e pelas crianças.

Portanto, conclui-se que quanto mais as mulheres são maltratadas durante a gravidez e quanto pior for a infância de nossas crianças, mais violência teremos ao nosso redor. Quanto mais sofrimento, dor, medo, raiva, etc. uma criança experimentar, mais chances terá de se tornar uma ameaça à sociedade.

De nada vai adiantar aumentar o policiamento, endurecer as leis, construir mais presídios e Fundações Casa se nada for feito para salvaguardar a integridade física e mental das mulheres grávidas e das crianças.

No livro Dianética, capítulo Dianética Preventiva, podemos ler: “Quando se conhece a causa de algo, normalmente pode-se impedir que a causa se concretize. (…) Toda consideração deve ser prestada à mulher grávida por uma sociedade que tenha qualquer sentimento por suas gerações futuras. (…) E assim deve ser feito, se quisermos que a infância de amanhã alcance um melhor padrão, se quisermos que haja paz nos lares e se quisermos que a sociedade progrida. Mulher, você tem direito e razão de exigir um tratamento correto.’’ L. Ron Hubbard

Portanto, tratando melhor as mulheres grávidas e as crianças já estaremos a caminho de uma sociedade menos violenta para todos!

Atenção: haverá evento especial para mulheres grávidas. Mais informações clique aqui.

4 comentários em “A violência começa na gestação

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